Erros Teológicos na Doutrina Armínio – Wesleyana: Expiação Universal ou Limitada?

                                                                                 John Wesley
Por Carlos R. Cavalcanti

Outro grande erro da teologia-arminio-wesleyana, é referente a expiação. Eles acreditam, erroneamente, que Cristo morreu na cruz por todos os seres humanos, e colocou Sua obra expiatória a disposição deles. E, só os que aceitam esse sacrifício, pela sua livre e espontânea vontade, serão salvos:

“A expiação é universal. Isto não quer dizer que toda a humanidade se salvará incondicionalmente, mas apenas que a oferta sacrificial de Cristo satisfez as pretensões da lei divina, de maneira que tornou a salvação possível para todos. A redenção, portanto, é universal ou geral no sentido de provisão, mas especial ou condicional na sua aplicação ao indivíduo” (Casa Nazarena de Publicações. Introdução a Teologia Cristã, 1990. pg.270).Porém, a Teologia Bíblica afirma que a expiação é incondicional, e a morte de Cristo Jesus foi por todos os seus eleitos, ou seja, todos aqueles que o Pai escolheu na eternidade. Vejamos o que diz a Bíblia: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo.3:16). Mundo tem vários significados, depende do contexto. Não podemos entender “mundo” como se Ele tivesse enviado Seu Filho para morrer por cada pessoa da raça humana. Vejamos o que Jesus diz: “Se vocês fossem do mundo, o mundo os amaria por vocês serem dele. Mas eu os escolhi entre as pessoas do mundo , e vocês não são mais dele. Por isso o mundo odeia vocês.” (Jo. 15:19 NTLH). Se Ele nos escolheu entre as pessoas do mundo, isso significa que a “expiação é incondicional”, depende unicamente da vontade de Deus e de Seu poder que opera em nós. Ele diz mais: “Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, fui eu que os escolhi para que vão e dêem fruto e que esse fruto não se perca.” (Jo.15:16a NTLH).

O que comprova que a expiação é incondicional é que fomos escolhidos antes da criação do mundo e, foi unicamente pelos eleitos, os que Ele predestinou na eternidade que o Filho morreu na cruz: “Antes da criação do mundo, Deus já nos havia escolhido para sermos dele por meio da nossa união com Cristo, a fim de pertencermos somente a Deus e nos apresentarmos diante dele sem culpa…” (Ef 1:4 NTLH). Será que Ele nos escolheu antes da fundação do mundo porque previu que alguns de nós iriamos crer? Não. Porque está escrito que a salvação não é pelas obras para que ninguém se glorie. Vocês não podem fazer absolutamente nada para conseguir a salvação: “Deus nos salvou e nos chamou para sermos o seu povo. Não foi por causa do que temos feito, mas porque este era o seu plano e por causa da sua graça. Ele nos deu essa graça por meio de Cristo Jesus, antes da criação do mundo” (2 Tm. 1:9 NTLH).

A expiação é incondicional. Essa é a prova inconstetável, Esaú e Jaco, de que não é preciso fazer nada, nem de que Deus previu que o homem responderia positivamente ao Seu chamado. Vejamos:

“Mas, para que a escolha de um deles fosse completamente de acordo com o plano de Deus, o próprio Deus disse a Rebeca: “O mais velho será dominado pelo mais moço.” Disse isso antes de eles nascerem e antes de fazerem qualquer coisa, boa ou má. Assim ficou confirmado que é de acordo com o seu plano que Deus escolhe aqueles que ele quer chamar, sem levar em conta o que eles tenham feito. Como dizem as Escrituras Sagradas: “Eu escolhi Jacó, mas rejeitei Esaú.” (Rm. 9:11 e 12 NTLH).

Deus foi injusto em agir dessa forma, escolhendo um e rejeitanto o outro? Não! Vejamos: “Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum! Pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão. Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia.” (Rm. 9:14-16).
Deus tem todo o direito de agir assim. Ele é Deus, é Soberano do Universo e pode fazer das suas criaturas o que bem quiser: “Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra?” (Rm. 9:20 e 21).
Por que Deus escolhe incondicionalmente uns para mostrar sua glória e Seu amor e os outros Ele deixou na sua própria miséria e condenação? Porque quer mostrar o seu poder sobre os vasos da ira e também mostrar a sua glória nos vasos de misericórdia: “E que direis se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita paciência os vasos da ira, preparados para perdição, para que também desse a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia, que para glória já dantes preparou, os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?” (Rm. 9:22-24).
Em várias passagens das Escrituras, Ele mostra que a escolha para salvação é dEle. Vejamos um bom exemplo: “Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo” (2 Tes. 2:13 e 14 RA).
Se a expiação fosse realmente universal, todos seriam salvos porque o sacrifício de Jesus Cristo foi eficaz. Se Seu sacrifício estivesse a disposição de quem desejasse, como querem os teólogos arminio-wesleyanos, ninguém conseguiria alcançar tal salvação visto que o homem na corrupção que se encontra não tem disposição para se voltar às coisas espirituais. Se ele podesse desejar a vida, aceitanto o sacrifício de Cristo na cruz, essa disponibilidade seria obras de justiça própria, e através das obras ninguém nunca foi justificado. O pecador não se arrepende porque ele desenvolveu essa capacidade, mas é Deus quem dá o arrependimento para salvação . Os que irão se perder, irão porque não foram predestinados a salvação. Se eles fossem, com certeza Deus lhes daria arrependimento:

“E ao servo do Senhor não convém contender, mas, sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem, a ver se, porventura, Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade e tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em cuja vontade estão presos.” (2 Tm.2:24-26 R C).

Não podemos aceitar o Evangelho da salvação, se o Pai que está nos céus já não tiver nos escolhidos antes dos tepos eternos: “Todos aqueles que o Pai me dá virão a mim; e de modo nenhum jogarei fora aqueles que vierem a mim. Pois eu desci do céu para fazer a vontade daquele que me enviou e não para fazer a minha própria vontade. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum daqueles que o Pai me deu se perca, mas que eu ressuscite todos no último dia” (Jo. 6: 37-39 NTLH). Portanto, a expiação foi realizada para dá vida aos eleitos: “E prosseguiu: Por causa disto, é que vos tenho dito: ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido” (Jo.6:65 RA).
Jesus falava por parábolas para os não eleitos permanecerem na perdição. Se Deus quisesse que todos fossem salvos Ele salvaria a todos, mas aprouve a Ele salvar alguns através da loucura da pregação do Evangelho. “Jesus disse a eles: A vocês Deus mostra o segredo do seu Reino. Mas para os que estão fora do Reino tudo é ensinado por meio de parábolas, para que olhem e não enxerguem nada e para que escutem e não entendam; se não, eles voltariam para Deus, e ele os perdoaria” (Mc. 4:11 e 12 NTLH). 

Jesus salva aqueles a quem quer

“Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer” (Jo.5:21).

O texto é bastante claro. Jesus dá vida a quem Ele quer, ou seja, Ele salva quem quer, a decisão é dEle, não depende de nossos esforços, mas exclusivamente da Sua “soberana graça”. A salvação é uma obra exclusiva de Deus. O comentário de F.F. Bruce é muito importane. Vejamos como ele afirma a soberania de Deus: “Ele não está somente prometendo a vida eterna aos que crêem nele (veja 3:5, 16, 36); ele exerce a prerrogativa divina de conceder esta vida. Como ele o faz veremos em breve. Mas antes, ele ainda alega ter uma autoridade paralela a esta de dar vida a quem ele quer” (Comentário de João, 2004:120).

J. C. Ryle é mais objetivo. Vejamos o seu comentário a esse respeito:

“Logo a seguir, Jesus declarou o seu divino poder em conceder vida. Ele disse: “O Filho vivifica aqueles a quem quer”. A vida é a maior e mais sublime dádiva que pode ser outorgada, sendo ela mesma aquilo que o homem, com toda a sua habilidade, não pode conceder com suas próprias mãos, nem restaurar quando tirada. Mas, conforme lemos, a vida está nas mãos do Senhor Jesus, que a outorga de acordo com seu critério. Tanto os cadáveres quanto as almas espiritualmente mortas estão sob seu domínio. Ele tem as chaves da morte e do inferno (Ap.1:18); nEle está a vida – Ele é a vida (Jo.1:4)” (Comentário de João, 2000:60).

Todos os grandes comentaristas têm a mesma opinião, justamente porque o texto não deixa dúvidas. Quem adultera a palavra de Deus está caindo em grave perigo:

“…e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles. Vós, pois amados, prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza; antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (2Pe.3:15-18).

Werner de Boor:

“…a quem quer. Não pode, nesse contexto todo, ter ainda conotação de arbitrariedade do Filho. Contudo salienta que esses “mortos” não devem sua nova vida de forma alguma a si mesmos e a seu mérito pessoal, mas a recebem unicamente pela ação da livre graça e vontade de Jesus. Não “os que merecem” ou os que são dignos”, são os que Jesus vivifica, mas os que “ele quer”, ainda que seja uma decaída mulher samaritana. Com essa afirmação também está suspensa qualquer prerrogativa da “vida” que o judeu considerava assegurada em sua filiação Abraânica e em sua circuncisão. Cada ser humano, também o israelita, para ser vivificado, é remetido exclusivamente ao “querer” de Jesus” (Comentário João, 2002:134).

Alguém que afirme ter sido regenerado pode acreditar que decidiu pela sua salvação? Que recebeu vida do Filho de Deus pelo seu livre-arbítrio? Você acredita que Cristo provou Seu amor para com os que se perderão? Os que irão se perder irão porque decidiram rejeitar a graça de Deus? É verdade que o homem decide se quer vir a Cristo ou é Cristo que decide se quer salvá-lo ou não? Quando a vida que há em Jesus Cristo não é imputada no pecador ele não tem desejo nenhum para ir a Cristo. Por isso Jesus diz: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” (Jo. 5:39-40). Eles só poderiam ir a Cristo se o Pai tivesse confirmado com o Seu selo: “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo” (Jo.6:27). Só os que receberam o selo de Deus. Por isso Jesus disse que era o pão da vida e quem vinha a Ele jamais teria fome e quem cresse nEle jamais teria sede, portanto, os que irão a Ele são apenas aqueles que o Pai lhE deu: “Todo aquele que o a pai me dá, esse vira a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo.6:37).

Portanto, o cristão consciente, sério, que tem responsabilidade com a Palavra de Deus entenderá com bastante facilidade que Cristo morreu não por cada pessoa no mundo, mas apenas por aqueles que o Pai deu a Ele. “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou. E a vontade daquele que me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia” (Jo.6:38-39). Se Jesus veio fazer a vontade do Pai e a vontade dEle é que nenhum Jesus perca de todos os que foram dados a Ele, pode esperar confiando que Ele é fiél para guardar nosso depósito até o dia final. Será que os que irão para o inferno irão porque houve negligência de Jesus em salvar aos réprobos? Não. Serão salvos aqueles que estavam destinados a vida (cf. At. 13:48).

Vejamos outros versículos que fala da expiação limitada:

“A mesma coisa também acontece agora, isto é, por causa da graça de Deus, ainda existe um pequeno número daqueles que ele escolheu. Essa escolha se baseia na graça de Deus e não no que eles fizeram. Porque, se a escolha de Deus se baseasse no que as pessoas fazem, então a sua graça não seria a verdadeira graça. E isso quer dizer que não foi o povo de Israel que encontrou o que estava procurando. Quem encontrou foi apenas um pequeno grupo que Deus escolheu; os outros não quiseram ouvir o chamado de Deus. Como dizem as Escrituras Sagradas: ‘Deus endureceu o coração e a mente deles; deu-lhes olhos que não podem ver e ouvidos que não podem ouvir até o dia de hoje’ ” (R. 11:5-8 NTLH).

Se Deus quisesse salvar literalmente todos, teria endurecido o coração do Faraó? Não. Deus quando endurece o coração de alguém não podemos pensar que esse coração era bom, mas devemos entender que Deus é soberano e nada acontece fora da Sua vontade.

“Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos, nem entendam com o coração, e se convertam, e sejam por mim curados.” (Jo.12:40 RA).

“Porém o SENHOR endureceu o coração de Faraó, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito a Moisés.” (Êx.9:12 RC).

“Porque, como está escrito nas Escrituras Sagradas, Deus disse a Faraó: “Foi para isto mesmo que eu pus você como rei, para mostrar o meu poder e fazer com que o meu nome seja conhecido no mundo inteiro.” Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer e endurece o coração de quem ele quer.” (Rm.9:17 e 18 NTLH).

Todos que foram escolhidos para salvação foram salvos, exceto Judas, pois, era filho da perdição.

“Eu afirmo a vocês que isto é verdade: o empregado não é mais importante do que o patrão, e o mensageiro não é mais importante do que aquele que o enviou. Já que vocês conhecem esta verdade, serão felizes se a praticarem. —Não estou falando de vocês todos; eu conheço aqueles que escolhi. Pois tem de se cumprir o que as Escrituras Sagradas dizem: ‘Aquele que toma refeições comigo se virou contra mim’. Digo isso a vocês agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vocês creiam que ‘EU SOU QUEM SOU'” (Jo.13:16-19 NTLH).

Judas se desviou, isso não significa que houvesse a possibilidade dele não ter agido dessa forma, traíndo Jesus.

“E, orando, disseram: Tu, Senhor, conhecedor do coração de todos, mostra qual destes dois tens escolhido, para que tome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar” (At.1:24 e 25 RC).

Judas era filho da perdição, ou seja, havia nascido para esse propósito:

“Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse as Escrituras” (Jo.17:12).

Se a “expiação” fosse universal, no sentido de todos terem sido alcançados por essa dádiva, não haveria pessoas destinadas a perdição:

“Porque se introduziram furtivamente certos homens, que já desde há muito estavam destinados para este juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de nosso Deus, e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.” (Jd.4 RC).

Muitos crentes não acredita nessas palavras, eles dizem, “Deus é amor e não agiria dessa forma. Se isso fosse verdade, Ele estaria sendo injusto”. Mas, Ele age dessa forma porque é Deus. Todas as coisas foram ordenadas para que acontecesse segundo o beneplácito de Sua soberana vontade. Vejamos: “O Senhor fez tudo para um fim; sim, até o ímpio para o dia do mal” (Pv. 16:4 RC).

Se a salvação estivesse a disposição do mundo, esse versículo não estaria dessa forma: “Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt. 22:14 RC), estaria assim: “Porque muitos quiseram vir, mas poucos decidiram ficar”. Do ponto de vista da teologia-arminio-wesleyana deveria ser dessa forma. Então, poderiamos dizer que esses perderam a salvação porque quiseram.

Desejo concluir esse assunto com um versículo que coloca definitivamente por terra a idéia herética de que a “expiação” é universal e condicional.

“Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu os ressuscitarei no último dia” (Jo.6:38-39).

Será que Jesus fracassou em realizar a vontade do Pai? A expiação pelos pecados do mundo foi eficaz? A vontade do Pai é, que nenhum pereça e tenham a vida eterna. E os que irão perecer, é porque Jesus falhou? Ou é porque não são dos que o Pai deu ao Filho? A condição para a salvação, segundo a doutrina arminio-wesleyana, é o livre-arbítrio, mas, conforme a Bíblia, é a eleição.

Alguns versículos

“Sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus; porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder … e vós fostes feitos nossos imitadores …” (1Tss.1:4-6).

“… vencerão os que estão com Ele, chamados, e eleitos, e fiéis” (Ap. 17:14).

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm.8:28-30).

“Ouvindo isto, os discípulos ficaram grandemente maravilhados e disseram: Sendo assim, quem pode ser salvo? Jesus, fitando neles o olhar, disse-lhes: Isto é impossível aos homens, mas para Deus tudo é possível” (Mt.19:25 e 26).

Extraído do blog: http://blogdoseleitos.blogspot.com/2010/12/erros-teologicos-na-doutrina-arminio_26.html#ixzz0dSH4EBnC
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